sábado, abril 08, 2006

Bem estar na Vida


Já alguma vez pensaram como o tempo influencia no nosso estado de humor e de espírito?
Hoje choveu "a cântaros" e a verdade é que cheguei à conclusão de que aquele cliché de que o tempo chuvoso e frio põem-nos deprimidos e cabisbaixos é, francamente, errado!
E perguntam vocês porquê? Respondo que isso só acontece se nós nos deixarmos afectar pela frieza e humidade da chuva e do tempo que a caracteriza. A chuva não nos impede de sair para a rua e simplesmente apreciar o Mundo!
Por vezes, quando chove ao fim de semana, toda a gente recorre aos passeios repetitivos pelos modernos shoppings, onde se gera uma aglomeração de pessoas de vários estractos sociais. Outra alternativa é as pessoas, literalmente, fecharem-se em casa só porque "lá fora" está mau tempo.
Penso que o mau tempo que se faz "lá fora" só nos afecta realmente, quer positiva ou negativamente, se o tempo "cá dentro" estiver também mau. Que quero eu dizer com isto? Não é por chover ou dar um resplandecente dia de sol que ficamos mais tristes ou mais contentes. O mesmo acontece quando vestimos roupa preta. Não quer dizer que nos sintamos miseráveis ou que alguém tenha morrido. É possível que uma destas razões seja plausível, mas podemos usar preto por as mais variadíssimas razões, como por exemplo pela cor preta fazer parecer as pessoas mais magras.
Tudo depende do que vai na nossa alma, coração e cabeça. Se estivermos bem connosco próprios, tudo está bem. Concerteza já ouviram um dos famosos mantras do ioga ou doutra qualquer arte marcial: quando o corpo está bem, a cabeça também está; o yen e yang; o físico e o chi. Se dermos mais atenção a nós próprios, só saímos a ganhar. Não é por mero acaso que quando é diagnosticada uma depressão, os médicos aconselham sempre a prática do exercício físico. É vital para a nossa saúde, tenhamos que idade tivermos.
O exercício físico, quando praticado com cautela e vigilância só nos traz mais valias.
A Felicidade, para mim, são as pequenas grandes coisas da Vida.
Por isso e, muito mais, devíamos viver a Vida como se fosse o nosso último fôlego. E, dar a devida importância às coisas que poderão parecer pequenas, mas que de insignificantes não têm nada.
Tudo porque, tal como o desabrochar perfeito de uma bela flor primaveril, nós, assim como a Natureza, caminhamos lentamente para a Morte.
Paz, em vez de Guerra.
Vida, em vez de Morte.
Amor, em vez de Ódio.
Escolher Viver, em vez de nos deixarmos amofinhar passivamente com o passar dos dias.

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