quinta-feira, fevereiro 26, 2009

Frase do dia

A felicidade é uma viagem e não um destino!


(Unknown)




OPINIÃO:
Profundo.....

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

Quando a Natureza pinta...



Curiosidades dos anos 1600 a 1700...

Não sei se são factos ou não porque recebi via e-mail mas achei bem interessante....



Quando se visita o Palácio de Versailles, em Paris, observa-se que o sumptuoso palácio não tem casas de banho. Na Idade Média, não existiam dentífricos ou escovas de dentes, perfumes, desodorizantes, muitos menos papel higiénico. As excrescências humanas eram despejadas pelas janelas do palácio.


Em dia de festa, a cozinha do palácio conseguia preparar banquete para 1500 pessoas, sem a mínima higiene. Vemos, nos filmes de hoje, as pessoas sendo abanadas. A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam por debaixo das saias (que propositalmente eram feitas para conter o odor das partes íntimas, já que não havia higiene).



Também não havia o costume de se tomar banho devido ao frio e a quase inexistência de água canalizada. O mau cheiro era dissipado pelo abanador. Só os nobres tinham empregados para os abanar, para dissipar o mau cheiro que o corpo e boca exalavam, além de também espantar os insectos.


Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de Junho (para eles o início do verão). A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em Maio; assim, em Junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável. Entretanto, como alguns odores já começavam a incomodar as noivas carregavam buquets de flores, junto ao corpo, para disfarçar o mau cheiro. Daí termos Maio como o "mês das noivas" e a origem do "bouquet de noiva" explicada.



Os banhos eram tomados numa única banheira enorme, cheia de água quente. O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa. Depois sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças. Os bébés eram os últimos a tomar banho. Quando chegava a vez deles, a água da banheira já estava tão suja que era possível "perder" um bébé lá dentro. É por isso que existe a xpressão em inglês "don't throw the baby out with the bath water", ou seja, literalmente, "nao despeje o bébé juntamente com a água do banho", que hoje usamos para os mais apressadinhos.


O telhado das casas não tinha fôrro e as vigas de madeira que os sustentavam era o melhor lugar para os animais - cães, gatos, ratos e besouros se aquecerem. Quando chovia, as goteiras forçavam os animais a saltarem para o chão. Assim a expressão "está chovendo a potes" tem seu equivalente em inglês em "it'sraining cats and dogs" (chovem gatos e cães).


Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimento oxidavam o material, fazendo com que muita gente morresse envenenada (lembremo-nos de que os hábitos higiénicos da época eram péssimos).



Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, venenosos. Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou whisky. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo "no chão" (numa espécie de narcolepsia, induzida pela mistura da bebida alcoólica com óxido de estanho). Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estivesse morto e, assim recolhia o corpo e preparava o enterro. O corpo era, então,colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não. Daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão.



Em Inglaterra, alguns anos após um cadáver ser enterrado, os caixões eram abertos, os ossos retirados e postos em ossários e o túmulo utilizado para outro cadáver. Às vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Surgiu, assim, a idéia de, ao se fechar o caixão, amarrar uma tira no pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarrá-la a um sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo, durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar. E ele seria "saved by the bell", ou "salvo pelo sino", expressão usada por nós até os dias de hoje.

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Smile! :)


Sentir...

"Todos nós sabemos que não somos eternos..Mas passamos a vida adiar..

Amanhã faço...
Amanhã digo...
Amanhã vou...

Mas virá um dia que não haverá amanhã e as palavras e os sentimentos acabam por morrer cá dentro...

E afinal, é tão simples..."






Imagem: Donald Zolan

Intro of "Filmation's Flash Gordon" (1979)




OPINIÃO:
Saudosismo...
Lembro-me perfeitamente de ver os episódios... E já tem tantos anos! 1979...
Será que o gostinho pela saga Star Wars começou em pequenina? :)

domingo, fevereiro 15, 2009

Não resisti... Adoro!




Uma das minhas músicas preferidas e que faz parte da banda sonora do filme Ocean's Twelve. Faz lembrar Itália, mesmo nunca tendo lá estado... Dá até para ficar com saudades de um sítio que nunca se conheceu...



Adoro os acordes da viola ao longo da música... :)

Com este frio....


...só apetece passar as noites do fim-de-semana assim...

Esculturas culinárias 6


Cidade iluminada 4 - Paris


Cidade luz, cidade do amor...

Kiss and smile...



Fonte: Donald Zolan

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Feliz dia!

Quando uma mensagem sincera vale mais do que um diamante... Vale a pena.
Muito amor (quer tenham namorado (a) ou não), é o que desejo!!! Não só neste dia mas durante o ano todo!

Happy Valentine's Day!

(Beijinho muito grande Joninho!! Love you...)

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

Pensamento do dia

"Nunca veja o mal em ninguém, veja o bem.
Mesmo quando o mal for demasiado, tente encontrar o bem.
Porque é impossível se encontrar um homem que não tenha nenhum bem em si.
E o que quer que você veja, cresce em você.
Esse é o segredo. "

Osho

Relembrar...




Calimero :)

domingo, fevereiro 01, 2009

Vicky Cristina Barcelona - ****


Vicky Cristina Barcelona

- Género:Drama
- País: Espanha
- Ano: 2008
- Duração:96m
- Classificação: M12

Pessoas Relacionadas

Intérpretes: Javier Bardem , Penélope Cruz , Rebecca Halliday , Scarlett Johansson
Realização: Woody Allen
Argumento: Woody Allen



Vicky e Cristina são as melhores amigas do mundo mas têm atitudes completamente diferentes no que toca ao amor. Vicky é sensata e está noiva de um respeitável jovem. Cristina é sexual e emocionalmente desinibida, sempre em busca de uma paixão arrebatadora. Quando Judy e Mark, parentes distantes de Vicky, se oferecem para recebê-las num Verão em Barcelona, elas aceitam imediatamente: Vicky quer passar o último mês de solteira a pesquisar para o mestrado e Cristina procura uma mudança de cenário para fugir dos destroços da sua última separação. Uma noite numa galeria de arte, Cristina, novamente em forma, instantaneamente fixa o olhar no mais intenso e provocador homem na sala, Juan Antonio, um belo pintor. Cristina fica ainda mais intrigada quando Judy lhe segreda que Juan Antonio teve uma relação tão explosiva com a sua ex-mulher, Maria Helena que até se tentaram matar. Mais tarde, quando Vicky e Cristina estão a jantar, Juan Antonio aproxima-se da mesa delas com uma proposta ousada: voarem com ele numa viagem de fim-de-semana para a cidade provincial de Oviedo, onde sugere que explorem as maravilhas culturais, bebam bons vinhos, e façam amor juntos. Vicky considera a proposta ofensiva mas Cristina fica encantada com o estilo directo de Juan e com o seu carisma e convence Vicky a acompanhá-los…


OPINIÃO:
Numa noite de sábado com chuva lá fomos ter a casa do Pedro e Sara para depois jantarmos num restaurante Tailandês (que gostei muito pois nunca tinha experimentado). Depois fomos ver um filme bem divertido às Amoreiras. Cá ficam alguns pormenores do filme Vicky Cristina Barcelona. Dá vontade de visitar aquela cidade espanhola...... Já a tenho na minha lista! ;)


Site oficial:
http://vickycristina-movie.com/


Traler:





Fontes:
www.sapo.pt
www.youtube.com

Ensaio sobre a cegueira - ****

Blindness

- Género: Drama
- País: Estados Unidos
- Ano: 2008
- Duração: 120m
- Classificação: M16


Pessoas Relacionadas

Intérpretes: Danny Glover , Gael García Bernal , Julianne Moore , Mark Ruffalo
Argumento: Don McKellar
Texto: Don McKellar
Realização: Fernando Meirelles


Fernando Meirelles, realizador reconhecido internacionalmente e já nomeado para os Óscares (O Fiel Jardineiro, Cidade de Deus), transporta para o cinema uma das mais aclamadas obras de José Saramago, Vencedor do Prémio Nobel.

Uma cidade é devastada por uma epidemia instantânea de "cegueira branca".

Face a este surto misterioso, os primeiros indivíduos a serem infectados são colocados pelas autoridades governamentais em quarentena, num hospital abandonado.

Cada dia que passa aparecem mais pacientes, e esta recém-criada “sociedade de cegos” entra em colapso.
Tudo piora quando um grupo de criminosos, mais poderoso fisicamente, se sobrepõe aos fracos, racionando-lhes a comida e cometendo actos horríveis. Há, porém, uma testemunha ocular a este pesadelo: uma mulher, cuja visão não foi afectada por esta praga, que acompanha o seu marido cego para o asilo.

Ali, mantendo o seu segredo, ela guia sete desconhecidos que se tornam, na sua essência, numa família. Ela leva-os para fora da quarentena em direcção às ruas deprimentes da cidade, que viram todos os vestígios de uma civilização entrar em colapso.

A viagem destes é plena de perigos, mas a mulher guia-os numa luta contra os piores desejos e fraquezas da raça humana, abrindo-lhes a porta para um novo mundo de esperança, onde a sua sobrevivência e redenção final reflectem a tenacidade do espírito humano.






OPINIÃO:


Lá fui no domingo passado, ao Centro Cultural de Vila Flor com o João, César e Olga, ver a adaptação do livro do nobel português José Saramago - O ensaio da Cegueira - realizado pelo reconhecido brasileiro Fernando Meirelles.

Gostei muito do que vi. Faz-nos dar valor a pequenas coisas como comida, um amigo.... Um pouco crú e forte em algumas cenas, mas muito profundo. Bom filme.


Foi um serão bem passado, pena foi o temporal - chuva, vento e o frio!


Não li o livro mas confesso que gostei muito do filme. É profundo e tem cenas um pouco cruas e fortes... Mas de uma forma positiva, já que saimos da sala de cinema a pensar em coisas tão simples e a dar mais valor às mesmas...



Trailer:



Site oficial:
http://www.castellolopesmultimedia.com/blindness/


Fontes:
www.sapo.pt
www.youtube.com